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domingo, 25 de dezembro de 2011

Kollektiv - Uma Discografia De Um Ano


Kollektiv - Kollektiv 1973

1. Tambo Zambo (11:49)
2. Baldrian (7:05)
3. Försterlied (1:49)
4. Gageg - Andante (5:05)
5. Gageg - Allegro (3:35)
6. Gageg - Pressluft (11:02)
Total time: 40:25


Kollektiv - "SWF-Sessions" (Vol.5) 1973

1. Tamboura (8:16)
2. Subo (8:20)
3. Mollzitter (14:19)
4. Baldrian (6:29)
5. Gageg (20:09)
Total Time: 57:33


Kollektiv - Live 1973

1. Rapunzel (8:06)
2. Subo (9:07)
3. Rambo Zambo (24:20)
4. Förster-Lied (1:53)
5. Gageg (excerpt) (12:44)
Total Time: 56:10



- Klaus Dapper / flute & saxophone
- Jürgen Havix / guitar & zither
- Jürgen (Jogi) Karpenkiel / bass
- Walemar (Waldo) Karpenkiel / drums



             Disponibilizo uma referencia incrível de krautrock: Em estilo e nível semelhantes a Embryo e Xhol Caravan, esses três álbuns do Kollektiv de 1973 consiste num grande exemplo do jazz-rock que a Alemanha produziu!




sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Max Bruch - Concerto para violino no. 1 em G menor, Op. 26



     Escutei pela primeira vez (com a devida atenção) esse concerto para violino de Bruch essa semana. E foi, já nesse primeiro contato, uma experiência completa (Isso supostamente diz tudo, mas seu conteúdo determinado é, na verdade, inexistente). Tanto faz: estava num momento sensível, e não estou disposto a descrever, analisar e fundamentar a experiência que tive com a musica. Espero simplesmente que também gostem do concerto, se assim suceder, o conteúdo do meu discurso estará, acredito, satisfatoriamente preenchido.

      Peguei o álbum do blog "O Ser da Musica", que, ademais, vale a pena conhecer. O concerto de Edward Elgar vai de brinde (não o conheço).

        http://oserdamusica.blogspot.com/

     Ademais, já que estamos falando de concertos para violino (inclusive de opus 61), escutem também o de Beethoven, que, coincidentemente, foi uma das primeiras obras que me verdadeiramente me comoveu. Abaixo está, do mesmo blog, várias versões do concerto.

        http://oserdamusica.blogspot.com/search?q=beethoven+61


sábado, 17 de dezembro de 2011

Coupla Prog - Death Is A Great Gambler 1972



        Apesar do álbum ter sido gravado em 1972 só foi editado e distribuído em 2002. Essa capa de extremo mal gosto é realmente incompreensível, mas a música é boa, nada impressionante ou inovadora, mas trata-se de uma som muito bem feito, que transparece consciência e equilíbrio. Na linha do Frumpy, com destaques para o órgão e orientações para o blues, fazem um belo prog alemão.



1. Chandra (6.30)

2. That's The Way It Goes (4.12)
3. Tochter Im Delirium - Daughter's Delirium (9.15)
4. Death Is A Great Gambler But If I Win, Finally I Can Die (18.34)
5. Your Time Has Come (4.25)
6. Season Of The Witch (13.47)



Total Time: 56:43



- Hubert Donauer / drums
- Rolf Peters / guitar, vocals
- Reiner Niketta / bass, organ, piano, vocals
- Wolfgang Schindhelm / organ, piano, vocals
- Reinhold Hirt / drums
- Walter Kümmich / guitar


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Missus Beastly - Missus Beastly 1970



    Estou sem computador e não posso elaborar nada muito grande pra colocar no blog, então aí está um bom álbum que escutei recentemente nas músicas que já possuía mas que não havia conferido muita atenção. Este álbum também é chamado de "Nara Asst Incense" e trata-se de um excelente blues-rock feito, obviamente, com um atmosfera de Krautrock.

domingo, 16 de outubro de 2011

Free Jazz em Coimbra

      Ontem, e anteontem, fui a um festival de jazz que passou aqui em Coimbra nos dias 14 e 15 de Outubro no Salão Brasil. Fui ingenuamente esperando um show tradicional e relaxante, e me surpreendi com um free jazz arrasador, algo inimaginável de se ver ao vivo na minha cidade (Goiânia). Escolhi no YouTube três vídeos para apresentá-los, respectivamente, John Edwards (contrabaixo), Paul Lovens (percussão) e Carlos Zíngaro (violino), o trio formado especificamente para esta apresentação. Os concertos, felizmente, com os mesmos músicos mas com apresentações completamente diversas, foram gravados pela editora de Coimbra JACC Records para posterior edição.








sábado, 2 de julho de 2011

Thirsty Moon - You'll Never Come Back 1974

    
     Este album não pode ser julgado de pela capa, nem pelo que se espera de uma banda de rock progressivo alemão. A capa é feia, e a música é distante daquilo que os alemães sabem fazer de melhor, no entanto, este álbum é uma delícia, bem clássico, talvez pouco original, mas certamente tem muita qualidade.


1. I See You (7:18)
2. Trash Man (14:27)
3. Tune In (5:00)
4. You'll Never Come Back (12:34)
5. Das Fest Der Völker (5:05)

- Jürgen Drogies / guitar, percussion
- Norbert Drogies/ drums
- Michael Kobs / keyboards
- Harald Konietzko / bass, acoustic guitar, vocals
- Erwin Noack / percussion
- Willi Pape / woodwinds

Download 4shared - 51M
Rapidshare - 62MB

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Agitation Free - Second 1973


  Queria pedir desculpas pela minha ausência. Tenho me ocupado bastante com outras coisa atualmente e não pude postar nada interessante no Blog. Venho com este álbum para não ficar parado o blog. É um clássico, e muitos devem conhecer. É um álbum indispensável na coleção prog de você, e se já conhecem tomem o post como um impulso para re-escutá-lo pois provavelmente o escutaram de outra forma! 



1. First Communication (8:10)
2. Dialogue And Random (1:51)
3. Layla, Part 1 (1:41)
4. Layla, Part 2 (6:47)
5. In The Silence Of The Morning Sunrise (6:33)
6. A Quiet Walk (9:15)
a) Listening
b) Two-not Of The Same Kind
7. Haunted Island (7:11)

Total Time: 41:28

- Stefan Diez / guitar
- Micheal Gunter / bass
- Micheal Hoenjo / synth, keyboards
- Burghard Rausch / drums, assorted percussions, voice, Mellotron
- Lutz Ulbrich / guitar, 12 string guitar, Bouzouki

Download Mediafire - 91MB, Mediafire - 75MB

sábado, 1 de janeiro de 2011

Cornucopia - Full Horn 1973


     
A idéia de que a apreciação musical exige um aprendizado é um pensamento que me acompanha há tempos, e dificilmente abro mão. O prazer que se tem ao escutar uma boa música não é imediato, pressupõe uma atividade subjetiva, seja ela qual for, que viabilize a obra ser percebida devidamente.
É claro que, como Hume já nos havia dito, a educação estética, o desenvolvimento dos sentidos, a disposição de um amplo acervo de outras obras que permita a comparação, são elementos necessários para tornar um homem um autêntico crítico. No entanto, com relação às formas artísticas que envolvem o tempo, a necessidade de alguma espécie de conhecimento prévio para a formação do espectador é acentuada. No cinema, esta condição se torna evidente, o fracasso comercial dos filmes “difíceis de assistir” é presente, a primazia dos elementos estéticos do filme em relação ao que o torna agradável e inteligível é decisiva para sua exclusão dos cinemas populares. Atualmente, o sucesso de um filme está intimamente ligado ao seu caráter de entretenimento, isto é, o recurso irrestrito a elementos extra-cinematográficos para torná-lo atrativo. A música, talvez, seja prejudicada em menor medida, os recursos técnicos e financeiros para sua criação é incomparavelmente que ao cinema, podendo oferecer ao seu criador uma maior independência criativa. Não quero, porém, desviar a discussão para o que de fato ocorre nos meios artísticos atuais, até porque não poderia fazer mais do que levantar meras hipóteses.
 A questão que realmente me interessa é a relação entre o tempo, ao qual a música depende, e a apreciação musical. Não é exagerado dizer que o tempo é condição existencial da música, isto é, o tempo é o lócus onde a música encontra sua materialidade. Ademais, na medida em que a música se estrutura no tempo ela toma sua própria forma: uma essência fragmentada. A música se encontra infinitamente dividida em partes cuja existência é absolutamente independente uma das outras. Cada instante em que a música aparece revela uma parte material de algo cuja essência a transcende. Mais radical é o caráter canibal desses fragmentos, cada um deles é determinado por uma exigência essencial de que seu antecessor seja completamente aniquilado. O devir temporal só oferece lugar para uma fração da música de cada vez, sendo a morte de uma dessas partes a própria condição de sua existência, até que seu ultimo fragmento tenha uma vida igualmente fugaz. É assim, condenada a cruel provisoriedade, que a música se revela.
Isso significa que a música não existe, nem pode existir, em sua totalidade. Sua completa existência exige seu próprio devir. A totalidade da música é resultado de um processo subjetivo, cujo sucesso não é gratuito.
Para adiar a discussão, oferecendo ainda um mínimo de conclusão, deve-se dizer: É justamente essa necessária intervenção do sujeito na constituição da música que vai conferir ao “conhecimento” um papel decisivo na apreciação musical. Etapa que adiarei para o próximo post.

Quanto ao presente download, ele é um desse álbuns difíceis de se gostar. Fui gostar dele recentemente, de forma inusitada, depois de ficar muito tempo sem escutá-lo.


1. Day of a Day-Dream Believer (19:50)
- a. Humanoid robot show
- b. Hope - Part one
- c. Disillusion
- d. Hope - Part two
- e. Death of a clown
- f. D-daily review
- g. Night, night - Mankind's motor-dream
- h. The sound of national caughing
2. Morning sun (version 127) (3:07)
3. Spots on you, kids (12:37)
4. And the madness... (4:05)

Total Time: 39:39

- Wolfgang Bartl / bass, backing vocals
- Wolfgang Gaudes / drums, percussion, acoustic guitar
- Christoph Hardwig / keyboards, guitar, backing vocals
- Rudy Holzhauer / percussion, troot
- Wolfgang Kause / lead vocals
- Harry Koch / effects, percussion, voice
- Kai Henrik Möller / lead guitar, acoustic guitar, backing vocals
+ Jochen Petersen / saxophones, flute, guitar


Download Mediafire - 34MBRapidshare - 72MB

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Grobschnitt - Grobschnitt 1972


     Para Chyoko.


     Acredito que Grobschnitt seja uma banda relativamente famosa, mais não por esse álbum. Rockpommel's Land  de 77 parece ser sempre o primeiro alvo para quem quer conhecer e comentar sobre esta banda. De fato, Rockpommel's Land é agradabilíssimo, um trabalho maduro e consciente, e representa o que há de melhor do sinfônico alemão. No entanto, o que há de melhor desse estilo produzido na Alemanha perde para os mais modestos trabalhos de estilos compatíveis à abertura criativa alemã. Já havia falado disso anteriormente, e este álbum permite reforçar essa ideia: O percurso pelo qual nossa vida caminhou determina as aberturas criativas do artista. Nascer na Alemanha pós-guerra não fornece nenhuma condição para se criar um Rock-Sinfônico, insistir nisso é produzir uma obra fadada ao fracasso, medíocre e inautêntico (apesar de poder ser agradável e bem sucedido).
      Este álbum é o melhor de Grobschnitt porque está muito mais próximo de um Space-Rock do que de um projeto sinfônico. A aparência meio ingênua e adolescente é até interessante, percebemos uma banda ainda em formação, cujo resultado perece ser incompreensivel para seus criadores, mas que é, no entanto, grandiosa é emocionante. Se trata de um lindo álbum!!



1. Symphony: (13:44)
a) Introduction
b) Modulation
c) Variation
d) Finale
2. Travelling (6:50)
3. Wonderful music (3:40)
4. Sun trip: (17:43)
a) Am Ölberg (Mount of Olives)
b) On the way
c) Battlefield
d) New era
Bonus track on cd release:
5. Die Sinfonie. Live at Volkspark, Germany, Sept. 71 (29:40)

Total Time: 71:37


- Stefan Danielak (Wildschwein) / rhythm guitar, vocals
- Joachim Ehrig (Eroc) / drums, percussion, electronic effects
- Axel Harlos (Felix) / drums, percussion
- Gerd-Otto Kühn (Lupo) / lead guitar
- Hermann Quetting (Quecksilber) / organ, piano, spinet, percussion
- Bernhard Uhlemann (Bär) / bass, flute, percussion


Este álbum está com ótima qualidade.

Download Megaupload

domingo, 12 de dezembro de 2010

Aera - Humanum Est -1974


           Um álbum muito interessante, muito agradável e tranquilo. Apresenta alguns elementos de Krautrock apesar de estar mais próximo do Fazz/fusion. Os músicos, apesar de são serem incríveis e inovadores enquanto compositores, têm bom gosto e cuidado. Ademais, a carência de criatividade é compensada por serem todos ótimos instrumentistas.


1. Papa Doing (8:22)
2. Demmerawäng (7:07)
3. Hodibbel (5:37) 4. Sechs Achtel (10:45)
5. Jonas Schläft (4:20)
6. Alois' Flötending (2:26)

Total Time: 33:00


- Wolgang Teske / drums
- Klaus Kreuzeder / saxophone & flute
- Dieter Bauer / bass
- Muck Groh / guitar
- Peter Malinowsky / bass (6) 


Download rapidshare, depositfiles

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Embryo 1973

Embryo - Steig Aus 1973

1. Radio Marrakesch/Orient-Express (9:53)
2. Dreaming Girls (10:26)
3. Call (17:22)
- a. Call (part 1)
- b. Organ Walk
- c. Marimba Village
- d. Clouds
- e. Call (part 2)

- Roman Bunka / guitar
- Christian Burchard / drums, marimba, vibes
- Jörg Evers / bass
- Edgar Hoffmann / violin
- Jimmy Jackson / Mellotron, organ
- Dave King / bass
- Mal Waldron / electric piano

http://rapidshare.com/#!download|219|67982528|Embryo_-_Steig_Aus__1972_.rar|54267

Embryo - Rocksession 1973

1. A place to go (4:25)
2. Entrances (15:35)
3. Warm canto (10:07)
4. Dirge (9:35)

- Christian Burchard / drums
- Jörg Evers / bass
- Edgar Hofmann / saxophone, violin
- Jimmy Jackson / organ
- Dave King / bass
- Siegfried Schwab / guitar
- Mal Waldron / electric piano


Embryo - We Keep On 1973

1. No place to go (12:32)
2. Flute and Saz (5:57)
3. Ehna, Ehna, Abu Lele (8:43)
4. Hackbrett-dance (3:54)
5. Abdul Malek (3:15)
6. Don't come tomorrow (3:48)


- Roman Bunka / guitar, saxophone, vocals, percussion, bass (6)
- Christian Burchard / drums, vocals, percussion, marimba, vibes, hackbrett, Mellotron
- Charlie Mariano / alto & soprano saxes, flute, nagasuram, bamboo flute
- Dieter Miekautsch / acoustic & electric pianos, bass piano on the clavinet



Essa foi uma banda que permaneceu latente em meu espírito por muito tempo, mas que se despertou com muita força! A redescoberta de um álbum é uma experiência incrível. Quando entramos em contato pela primeira vez uma música (que contenha um nível razoável de complexidade) não somos capazes ainda de experimentarmos todo prazer que ela potencialmente provoca. Começamos a gostar de uma música depois que a escutamos 3, 4, 5 vezes, isto é, na medida em que se torna possível apreender a música em sua totalidade (a multiplicidade ordenado numa unidade). É claro que muitas músicas, desde a primeira vez, nos impressionam fortemente, no entanto, tais impressões são resultados de observações particulares com respeitos à técnicas, timbres, passagens, etc, que, embora legitimas, estão aquém de uma intimidade com a música. A música, diferentemente das artes visuais, por exemplo, se dão no tempo, e somente através dele pode se concretizar. Este caráter temporal é fundamentalmente importante para levarmos a cabo qualquer reflexão sobre a música: A música se revela aos poucos, ela se doa gradualmente, de forma que sua unidade só pode ser apreendida subjetivamente. Uma música em sua totalidade é resultado de um processo que acredito ser condição de possibilidade de uma autêntica apreciação e de um discurso aceitável a seu respeito. Há infinitas maneiras de ocorrer tal processo. Me interessa, no momento, uma unica maneira: Se ouve uma música algumas vezes que, na ausência de grandes sentimentos, é deixada de lado para a realização de novas atividades, tempos depois (meses, anos), quando se volta a escutá-la novamente, inesperadamente, se tem uma experiência incrível. Isso já me ocorreu algumas vezes. Experiência cuja particularidade se encontra no fato da totalidade da música não ser apreendida gradualmente, mas de forma inesperada, de súbito, como se a música, durante sua ausência, estivesse latentemente se estruturando, se ordenando, em nossa mente, e, enquanto conscientemente julgamos não mais recordá-la, possuímos plena condições de a compreendermos em sua totalidade.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Lucifer's Friend - Banquet 1974

Um daqueles álbuns que se apaixona já na primeira vez que se ouve! Não tenho muito para falar sobre ele, pois o conheci recentemente. Só conhecia os dois primeiros álbuns deles, "Lucifer's Friend" 1970, e "Where the Groupies Killed the Blues" 1972, os quais costumam ser mais comentados. Com uma pausa em 73 eles só voltam a lançar novos álbuns em 74: É de se esperar (legitimamente) que seriam álbuns ruins, e que poderíamos adiar seu conhecimento para oportunidades futuras (esta ideia é reforçada pelas capas de mal gosto). No entanto, conheci a música "Sorrow" (que não tem nada a ver com a do PF) pela ótima coletânea "KrautRock: Music for your Brain" que vale muitíssimo a pena conhecer! Se trata de 4 volumes com 6 dc's cada, isto é, 24 cd's com músicas cuidadosamente escolhidas de KrautRock.

Podem puxar todos neste blog: http://oldrocker-alwaysback.blogspot.com/search/label/v.a.%20-%20krautrock%3A%20music%20for%20your%20brain



1. Spanish Galleon (11:50)
2. Thus Spoke Oberon (6:44)
3. High Flying Lady-Goodbye (3:40)
4. Sorrow (11:36)
5. Dirty Old Town (4:46)

Total Time: 38:36

- John Lawton / vocal
- Peter Hecht / piano, organ, mood, synthesizer, Fender Rhodes
- Dieter Horns / bass, backing vocals
- Peter Hesslein / guitar, 12 string guitar, acoustic guitar, percussion, backing vocals
- Herbert Bornhold / drums, percussion, backing vocals
Guest musician:
- Herb Geller / Soprano saxophone solo on (1) and flute on (4)


Download http://rapidshare.com/#!download|286|162101054|0461975.rar|71335

terça-feira, 20 de julho de 2010

Gomorrha - Trauma 1971

Excelente banda de hard-prog alemã. Há muito tempo conheci o álbum de maior sucesso deles, “I Turned To See Whose Voice It Was” de 1972, mas me apaixonei de verdade pelo primeiro álbum da banda, o álbum postado, que conheci só recentemente. Se trata de um álbum incrível, em especial a faixa título que oferece um som bastante experimental e viajante, progressivo em vários sentidos, e incorpora muitos elementos do rock psicodélico, do blues, além, é claro, do hard e do kraut. Percebemos, por horas, certa ambiguidade entre o agressivo experimentalismo da banda com uma pitada, talves um pouco divertida, de um som imaturo, ainda em formação. Porém nada que atraplhe a experiencia de escutá-lo!

1. Journey (3:12)
2. Trauma (13:12)
3. Yesterday (3:45)
4. Lola (4:26)
5. Dead Land (3:28)
6. Summer (2:45)
7. Rainbowlight (2:42)
8. Dance of Circles (3:07)
9. Firehands (3:13)


- Helmut Pohl / drums, flute
- Ali Claudi / guitar, vocals
- Eberhard Krietsch / bass, keyboards, organ, vocals
- Ad Ochel / guitar, vibraphone, vocals
- Peter Otten / vocals


Download http://www.mediafire.com/?j2xxy3bzv713i2n

sábado, 26 de junho de 2010

Xhol Caravan - Altena - 1969

Uma banda alemã impressionante! É uma mistura bastante interessante de Jazz Rock/Fusion e KrautRock. Particularmente nunca fui fã de Jazz Rock/Fusion, mas Xhol Caravan é diferente, criativo e divertido.

1. Ole' (10:10)
2. So Damn So Down and So Blue (4:38)
3. Psychedelic Sally (4:12)
4. Emptiness (4:36)
5. Freedom Opera (56:44)

Total Time: 80:20

- Skip van Wyck / drums
- Tim Belbe / saxophone
- Hansi Fischer / saxophone, flute
- Klaus Briest / bass
- Öcki / keyboards

domingo, 30 de maio de 2010

Think - Variety 1973

Um álbum excelente, pena que este seja o único álbum dessa banda. Este álbum se diferencia bastante do krautrock mais tradicional, não apresenta aquele som ácido e paranóico de bandas como Amon Düül II ou Guru Guru, valorizando momentos mais leves e swingados, com influencias de jazz, música clássica e blues. Violinos, flautas e guitarras mais orgânicas também distanciam está banda de um som tipicamente alemão!


1. Variety (7:37)
2. Watercorps (5:07)
3. Drops (8:19)
4. Draw Conclusions From ... (13:59)
5. Last Door (3:15)
6. More Drops* (7:54)
7. All That I Remember* (6:46)

Total Time: 52:47

- Frank Voigt / flute, effects
- Gerd Pohl / guitar, vocals
- Ricky Ramor / bass
- Rodrigo Ramor / vocals, percussion
- Friedhelm Wördehoff / drums, percussion
- Kajo Sandrik / keyboards, viola, vocals, percussion

terça-feira, 11 de maio de 2010

Wallenstein - Blitzkrieg 1971

Um álbum alemão bem diferenciado, inclui elementos tipicamente alemães do Krautrock, mas penso estar mais direcionado ao progressivo feito na inglaterra. O resultado é uma mistura grandiosa, criativa, seca como o krautrock, mais leve como o sinfônico inglês. Apresenta uma preocupação com a composição um pouco rara ao se tratar de bandas alemãs. MAnhatten Project se destaca com sua dinâmica cuidadosa, alternando momentos bem melódico ao piano, com uma guitarra bastante suja, além da bateria que consegue realizar um trabalho bem livre de ritmos pré-determinados.


Side 1
1. Lunatic (11:55)
2. The theme (9:37)
Side 2
3. Manhatten Project (13:47)
4. Audiences (7:38)

Total Time: 42:57


- Bill Barone / Gibson 335 guitars, acoustic guitar, vocals
- Jerry Berkers / bass, lead vocals
- Jürgen Dollase / keyboards, Mellotron, lead vocals, words
- Harald Großkopf / drums, percussion


domingo, 9 de maio de 2010

Analogy - Analogy 1972

Uma banda ítalo-germânica mas que não é nem italiana nem alemã. Penso que o som dessa banda esta muito mais ligada às tendências inglesas, mais especificamente o Space Rock (Lembra um pouco o estilo do Pink Floyd depois do Meddle). É um excelente álbum: é bastante consistente, quase não tem momentos ruins; mistura elementos psicodélicos e clássicos numa ótima proporção e com muito criatividade; constitui uma unidade temática que possibilidta uma dinâmica extra-música; cada instrumento tem seu momento de destaque sem prejudicar o tema principal; além do fato da vocalista ter peitinhos lindos!!!


1. Dark Reflections (7:00)
2. Weeping May Endure (4:50)
3. Indian Meditation (4:10)
4. Tin's Song (1:40)
5. Analogy (9:45)
6. The Year's At The Spring (4:35)
7. Pan-Am Flight 249 (5:15)
8. Sold Out (4:37)
9. God's own land (3:34)


- H. J. "Mops" Nienhaus / drums
- Jutta Nienhaus / lead vocals
- Nicola Pankoff / keyboards
- Wolfgang Schoene / bass
- Martin Thurn / 12 strings acoustic & electric guitars, flute, bongos

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Birth Control - Operation 1971

Mais um ótimo KrautRock alemão, este com influencias mais evidentes do Hard. Não tenho muito o que falar sobre este álbum, além de gostar muito dele. É um álbum bastante integro, as músicas mantém um ótimo padrão, bem agressivo, mas com melodia belas. A capa também é incrível!!






1. Stop little lady (7:16)
2. Just before the sun will rise (7:35)
3. The work is done (5:56)
4. Flesh and blood (3:27)
5. Pandemonium (6:34)
6. Let us do it now (11:09)

- Bruno Frenzel / guitar, vocals
- Bernd Koschmidder / bass
- Bernd Noske / drums, vocals
- Reinjhold Sobotta / organ

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Gaa - Alraunes Alptraum - 1975


Um excelente álbum alemão. A qualidade do álbum é muito boa, com uma mistura muito peculiar não só de estilos musicais distintos, mas também de momentos históricos diferentes. O ano tardio (75) não afeta a qualidade do álbum, ele produz um krautrock excelente típico do início da década de 70, com elementos mais modernos que só vieram à aparecer com maior freqüência no anos 80 (infelizmente com uma freqüência desmedida). Gosto muito da música Morgendämmerung, que faz um jazz muito experimental, mas bastante sensato.


1. Autobahn (6:28)
2. Heilende Sonne (3:55)
3. Morgendämmerung (9:52)
4. Tabbert (4:41)
5. Du (5:32)
6. Inspektion (3:55)
7. Warum (6:03)

Total Time: 40:26


- Stefan Dörr / drums, backing vocals
- Werner Frey / guitar, lead vocals
- Helmut Heisel / bass
- Günter Lackes / keyboards, backing vocals

sábado, 13 de março de 2010

A.R. & Machines - Die Grüne Reise 1971

Um álbum, no mínimo, bastante exótico. A forte identidade do álbum já começa pela arte da capa - umas das minhas favoritas - que, apesar da estranheza e repulsa à primeira vista, o tempo nos ajuda a aceitar e admirar. O som segue a mesma estranha psicodelia com timbres experimentais únicos. O que mais gosto neste álbum é uma rara independência de uma determinação melódica. A harmonia e o ritmo, preenchidos de forma muito criativa, são, neles mesmos, suficientes. Um krautrock experimental muito autentico!


1. Globus (Globe) (2:56)
2. In The Same Boat (2:06)
3. Schönes Babylon (Beautiful Babylon) (5:01)
4. I'll Be Your Singer, You'll Be My Song (Ich Bin Dein Sänger, Du Bist Mein Lied) (2:25)
5. Body (1:57)
6. A Book's Blues (1:39)
7. Als Hätt Ich Das Alles Schon Mal Gesehen (As If I Had Seen All This Before) (5:31)
8. Cosmic Vibrations (4:41)
9. Come On, People (2:53)
10. Wahrheit Und Wahrscheinlichkeit (Truth And Probability) (11:40)

Total time: 40:49


- Achim Reichel / guitar, vocals
- Frank Dostal / lyrics
- Dicky Tarrach / drums
- Hans Lampe / percussion (2)