Mostrando postagens com marcador -Itália. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador -Itália. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de novembro de 2011

I Giganti - Terra in Bocca (poesia di un delitto) 1971



1.Prima Parte (23:38)
2.Seconda Parte (23:03) 

Line-up / Musicians
- Giacomo "Mino" Di Martino / vocals and guitar
- Francesco "Checco" Marsella / vocals, keyboards, mellotron
- Sergio Di Martino / vocals, bass, guitar
- Enrico Maria Papes / vocals, drums, sound effects

Guest musicians:
- Ellade Bandini / drums
- Ares Tavolazzi / bass, guitar
- Vince Tempera / organ, piano
- Marcello Della Casa / guitars

domingo, 17 de abril de 2011

New Trolls - UT 1972


         A fim de defender as pessoas envolvidas em disponibilizar e baixar artigos musicais na internet pensei em, por meio deste post que oferece este álbum clássico de New Trolls, reservar um espaço para a discussão dessa questão. Escolhi este álbum porque o comprei recentemente, em LP, pela empresa BTF que, dentre outras atividades, relança álbuns italianos dos anos 70. Na minha última compra gastei um grana comprando 9 álbuns. O ponto óbvio que quero destacar é que o fato de conseguir encontrar todos estes álbuns que comprei gratuitamente na internet não me impediu de comprar os mesmo produtos por meios legais. Contrariamente, creio que seja correto afirmarmos justamente o oposto: É pelo fato de conhecê-los, independentemente dos meios, que me torno disposto a gastar meu dinheiro com eles. A condição de possibilidade para se gastar dinheiro é conhecer o objeto a ser comprado, e não há muitos meios disponíveis para conhecermos álbuns de rock progressivo, especialmente bandas menos populares, como a grande maioria de fato é. A possibilidade de se poder levar a cabo uma pesquisa substancial na internet gratuitamente é maravilhosa, e, na medida em que desenvolvo meu gosto, a vontade de comprar e valorizar os músicos e os demais indivíduos que envolvem a produção de um álbum nasce naturalmente. Claro que isso não ocorre com mésicas ruins, desculpem-me os poucos criativos. Nesse sentido, o aparente descompromisso com os músicos no ato de acessar seu material ilegalmente se converte, se a música for de qualidade obviamente, em atitudes absolutamente favoráveis para a industria fonográfica. Admito a restrição da validade deste pensamento: Com relação ao público passivo, cuja intensão se limita a simplesmente poder escutar as músicas da moda, a atividade do receptor se encerra no ato mesmo de possuir a música. Tanto pela baixíssima qualidade das músicas como pela ausência de compromisso estético e moral com a obra obrigam esta atitude limitada. Os músicos ruins que me desculpem, mas ninguém é obrigado a sustentá-los, os que te ouvem não o fazem por gostar mas por outras circunstâncias que não o levarão ao interesse de valorizar e perpetuar suas atividades. Mas, se tratando de músicas que valem a pena serem escutadas e preservadas, acredito estar certo. Os "bons" ouvintes, e isso pressupõe uma posição ativa na sua relação com a música, provavelmente vai encontrar músicas e merecem reconhecimento e sua resposta não será neutra. Uma dedicação, e isso envolve também o aspecto financeiro, devolverá à música as condições para sua existência. Portanto, sou inteiramente a favor de disponibilizar estes álbuns cujo meio de conhecê-los dificilmente se daria de outra forma.


         O site que realizei minha compra se chama BTF. Vale a pena visitá-lo!!


1. Studio (3:09)
2. Xxii Strada (1:51)
3. I Cavalieri Del Lago dell'Ontario (5:02)
4. Storia Di Una Foglia (2:57)
5. Nato Adesso (7:53)
6. C'e' Troppa Guerra (9:53)
7. Paolo E Francesca (6:06)
8. Chi Mi Puo' Capire (4:35)

Total Time: 41:26


- Nico Di Palo / guitar, lead vocals
- Gianni Belleno / drums, vocals
- Frank Laugelli (Rhodes) / bass
- Maurizio Salvi / piano, organ, synthesizer
- Vittorio De Scalzi / guitar 


Download 4shared

sábado, 15 de janeiro de 2011

Uma dose de Rock Progressivo Italiano para a Semana


            Vou viajar para o Rio de Janeiro, e ficarei uma semana sem postar nada. Por isso deixo esses três ótimos e raros álbuns para vocês escutarem com muito amor. Digo raro porque tive muita dificuldade de encontrá-los na Internet, mas também não sou dotado de astucia para essas tecnologias a ponto de estabelecer alguma comparação. Bem, raro ou não são álbuns que merecem ser escutados!!


De De Lind - Io Non So Da Dove Vengo E Non So Dove Mai Andro Uomo E'Il Nome Che Mi Han Dato 1973


 1. Fuga e Morte (7:20)
2. Indietro nel Tempo (4:17)
3. Paura del Niente (7:46)
4. Smarrimento (7:59)
5. Cimitero di Guerra (5:19)
6. Voglia di Rivivere (3:35)
7. E poi (2:03)

Total Time: 38:19

- Vito Paradiso / vocals, acoustic guitar
- Gilberto Trama / flute, saxophone, keyboards
- Matteo Vitolli / guitar, percussion, piano, flute
- Eddy Lorigiola / bass
- Ricky Rebajoli / drums, percussion

Download Rapidshare - 100MB Megaupload - 97MB


Planetarium - Infinity 1971

  

1. The beginning
2. Life
3. Man - Part 1
4. Man - Part 2
5. Love
6. War
7. The moon
8. Infinity

Total Time: 36:23

- No musicians listed on cd.


 Rustichelli & Bordini - Opera Prima 1973

 


1. Nativita (8:10)
2. Icaro (7:40)
3. Dolce sorella (5:18)
4. Un cana (5:17)
5. E svegliarsi in un giorno (5:15)
6. Cammellandia (8:49)

Total Time: 40:48

- Paolo Rustichelli / Hammond C3 organ, ARP VCS3 synthesizer and vocals
- Carlo Bordini / percussion

Download Megaupload - 92MB

domingo, 2 de janeiro de 2011

Luigi Nono - Prometeo 1995

 
Sequência do post anterior.

Isso significa que a música não existe, nem pode existir, em sua totalidade. Sua completa existência exige seu próprio devir. A totalidade da música só é possível subjetivamente, ela é o resultado de um processo construtivo subjetivo, cujo sucesso, ademais, não é gratuito. É justamente essa necessária intervenção do sujeito na constituição da música em sua totalidade que vai conferir ao “conhecimento” um papel decisivo na apreciação musical.
A melhor maneira de nos aproximarmos da questão é nos perguntarmos que tipo de conhecimento é este. Rejeito, pelo menos atualmente (considero que esta questão é muito mais delicada do que o modo que fui capaz de apresentar aqui), como resposta qualquer espécie de conhecimento técnico, com relação à manipulação dos instrumentos, conhecimentos teóricos, indispensáveis na composição, ou mesmo conhecimentos com relação à história da música.
A peculiaridade desse conhecimento se encontra particularmente naquilo que auxilia o espectador a compreender a música em sua totalidade, isto é, naquilo que permite a percepção de sua forma. A noção de forma, portanto, desempenha um papel central, e deve ser cuidadosamente explorado. Sem perceber a estrutura formal da música não é possível aprecia-la, apesar de poder, é claro, se admirar com passagens tomadas isoladamente ou elementos particulares, mas isso não constitui o verdadeiro gosto.
É justamente a forma o horizonte que orienta toda atitude comercial com relação à música. Quem deseja o sucesso comercial deve procurar, em particular, a forma comercial ideal, que se caracteriza pelo maior grau possível de inteligibilidade, isto é, a música bem sucedida deve ter, em primeiro lugar, uma forma inteligível.
Michael Jackson e sua gravadora levaram esta idéia às ultimas conseqüências, desenvolvendo uma formula através da qual se produza, de forma quase serial, músicas comercialmente eficazes. As estruturas essenciais dessa forma se consolidaram fortemente ao longo de toda a história, e permanece presente na constituição da música de massa. Uma dessas características pode ser grosseiramente apresentada assim: Introdução, parte A, talvez parte B, refrão, solo, refrão, conclusão. A capacidade da memória do homem guia esta formula. A música não pode ser maior do que a capacidade de memorizá-la já no primeiro contato, a necessidade do esforço de escutá-la duas ou três vezes é inviável, é a própria sentença ao fracasso. Como é patente, a repetição é fundamental para a memorização, de modo que o refrão deve ser sistematicamente repetido. Tudo isso, no entanto, não pode ser evidente, é preciso ainda que se tenha um tipo de prazer diferençado, aqueles que levam as pessoas a terem orgulho de seus próprios gostos, portanto, deve-se incluir, ainda, uma passagem instrumental, se possível reproduzindo a própria melodia do refrão.
Outro caráter formal importante de se destacar é a presença de um contorno nítido entre a melodia e o acompanhamento. A melodia carrega toda a identidade da música, enquanto a acompanhamento recebe a tarefa de torná-la agradável e atraente. Esta característica é particularmente reveladora por estar profundamente enraizada na maneira com que compreendemos a música, de modo que sua identificação não é possível sem antes ultrapassar a dissimulação da naturalidade. Ela se consolidou tão fortemente que pensar música segundo esta estrutura se tornou completamente intuitivo, a passividade com que se recebe esta estrutura é a própria marca de seu absoluto sucesso. Esta radical oposição entre este dois pólos, melodia e acompanhamento, se tornou a maneira padrão com que se recebe a música. A radicalidade dessa forma da origem a idéia, infelizmente majoritária, de que a voz possui uma prioridade em relação aos demais instrumentos, cuja tarefa se restringe a meramente sustentá-la.
Não há nenhuma justificação relevante para a eleição destas estruturas formais, quanto mais músicas são criadas a partir dela, quanto mais ela é reproduzida, mais natural se torna sua recepção e mais garantido será o seu sucesso. Talvez, a explicação mais aceitável se encontre na psicologia humana: a tendência de permanecer com aquilo que já se conhece.
Na tentativa de retomarmos o caráter mais filosófico texto, devemos voltarmos a investigar a noção de forma.



A música de vanguarda é o melhor exemplo que pensei para representar a independência formal com relação às exigências do mercado.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Reale Accademia Di Musica

Reale Accademia Di Musica - Reale Accademia Di Musica 1972


1. Favola (3:46)
2. Mattino (9:19)
3. Ognuno Sa (5:19)
4. Padre (8:41)
5. Lavoro In Citta' (5:56)
6. Vertigine (7:11)

Total Time: 40:12

- Federico Troiani / acoustic & electric piano, organ, mellotron, vocals
- Nicola Agrimi / acoustic & electric guitars
- Pierfranco Pavone / bass
- Roberto Senzasono / drums, percussion
- Henryk Topel Cabanes / lead vocals

Guests:
- Pericle Sponzilli / guitar
- Maurizio Vandelli / acoustic guitar on 2, mellotron on 5
- Natale Massara / orchestra direction on 1, 2



Reale Accademia Di Musica - Adriano Monteduro 1974


1. Buongiorno nel Bosco (Il canto del Sole) (2:05)
2. La Favola del Guardiano del Bosco (5:12)
3. Mezzogiorno (2:20)
4. Le Figlie dell'erba (Festa Magica) (2:20)
5. Viaggio Libero (4:20)
6. Le Montagne nel Tramonto (4:50)
7. Preludio a... (3:18)
8. Una Canzone (2:38)
9. Suoni di Umanità (4:12)

Total Time: 33:15

- Adriano Monteduro / vocals, acoustic guitar
- Enzo de Luca / electric and acoustic guitar, vocals
- Franco Coletta / electric and acoustic guitar, vocals
- Dino Cappa / bass
- Federico Troiani / keyboards
- Roberto Senzasono / drums



        Há algum tempo não posto nada italiano, retorno, portanto, com a discografia relevante dessa banda clássica. Os que gostam de rock progressivo italiano provavelmente devem conhecê-los (mas sempre vale a pena escutar aqueles álbuns que, por motivos diversos, não escutamos há muito tempo), os que não conhecem não podem deixar de escutá-los (é básico na discografia do rock progressivo italiano).
         Se trata de álbuns bastante diferentes, ademais, os únicos músicos que participam dos dois álbuns são Troiani e Senzasono. O segundo, apesar de ter bom gosto e delicadeza, não deixa grandes marcas (bateristas normalmente não compõem). Troiani, contrariamente, imprime sua identidade nos dois álbum com um piano muito bonito, harmonicamente simples mas extremamente agradável e sensato, conduz muitas vezes a melodia principal, além de sempre desenvolver temas paralelos interessantes.
         Reale Accademia Di Musica de 72 é melhor pela consistência, o álbum tem uma firme unidade, sem passagens chatas ou exageradas, Adriano Monteduro (1974), se torna um pouco chato da metade do álbum para frente, com uma insistência um pouco exagerada na estética proposta, apesar de conter composições belíssimas. 


       

sábado, 4 de setembro de 2010

R.I.0./Avant-Prog

Art Zoyd - Symphonie Pour Le Jour Où Brûleront Les Cités
1976




- Symphonie Pour Le Jour Où Brûleront Les Cités
1. Brigades Spéciales (13:23)
2. Masques (8:56)
3. Simulacres (6:53)
- Deux Images De La Cité Imbécile
4. Les Fourmis (5:31)
5. Scènes De Carnaval (8:50)

Total Time: 43:56

- Patricia Dallio / grand piano, electric piano
- Alain Eckert / guitar, voices
- Gérard Hourbette / viola, violin
- Gilles Renard / saxophones
- Jean-Pierre Soarez / trumpet, percussion
- Thierry Zaboitzeff / bass guitar, cello, voices

Download http://rapidshare.com/files/389673504/AZ.SPLOBLC_ByElPolilla_40_MB.rar


Opus Avantra - Lord Cromwell 1975


1. Flowers on Pride (5:29)
2. Avarice (5:26)
3. Lust (3:53)
4. My Vice (1:59)
5. Ira (7:52)
6. Gluttony (3:05)
7. Envy (5:44)
8. Sloth (4:32)
9. Allemanda (3:03)

Total Time: 41:03

- Alfredo Tisotto / Steinway and Fender piano, Hammond, synthesizer and Pipe organ
- Luciano Travella / flute
- Renato Zanella / Fender guitar
- Enrico Professione / violin
- Pieregidio Spiller / violin
- Riccardo Perraro / cello
- Paulo Siani / percussion, drums
- Gina Bianco, Susan Worshap, Cindy Brasher, Carl Adams / vocals
- American Chorus Setaf

Download http://www.mediafire.com/?fdmkuleof958d4m

Julverne - Le Pavillon Des Passions Humaines 2000



1. Ersatz, gout bulgare
2. L'ongle casse contre un nounours au bras tordu
3. La fascination de l'ordre
4. Sombre
5. Hit
6. Tosca
7. La seduction de la facilite
8. Ode primitive
9. Le rose aux joues
10. Chant pietre
11. La soif du pouvoir
12. Wien, Wien nur du allein

- Pierre Coulon / flute
- Dirk Descheemaker / clarinet
- Michel Berckmans / bassoon
- Laurence Cornez / piano, percussions
- Jeannot Gillis / violin, trombone
- Edith Heudens / viola
- Claudine Steenackers / cello
- Andre Klenes / double bass

Download - http://www.mediafire.com/?93e2cbhaczb46dw

Há uma idéia bastante forte de que rock progressivo se perece com musica erudita. Não creio que isso seja verdade, mas, com a ajuda de algumas considerações, poderíamos pensar melhor a relação da música erudita com o rock progressivo.
Em primeiro lugar, é preciso reconsiderar as afirmações de defendem essa aproximação com o intuito de valorizar o rock progressivo. A simples relação com a música erudita não é nenhuma garantia de qualidade, como se normalmente se infere automaticamente. Não penso que musica erudita seja sinônimo de música boa. Há músicas de excelente qualidade em vários gêneros, e, mesmo se assumirmos que a maior parte dessas músicas se encontre no domínio da música erudita, não precisamos forçar nenhuma relação com a mesma para assegurar a qualidade das demais músicas, muito menos do rock progressivo.
Há, de fato, no rock progressivo muito músicos com formação clássica, bem como o uso de instrumentos clássicos, inclusive de orquestras, e a constante apropriação de idéias originarias da música erudita. Emerson Lake and Palmer e Renaissance são bons exemplos dessas características. Mas disso não decorre que o rock progressivo seja semelhante, ou se aproxime da música erudita. Podemos, no máximo, pensar a presença de certa influencia, ou fonte inspiradora, mas não propriamente uma relação de aproximação.
No entanto, acredito que há um ponto em que a música erudita e o rock progressivo se aproximam realmente, permitindo concebermos até uma espécie de intersecção entre os dois estilos: Este território se dá através da música erudita contemporânea e a vertente R.I.O. ou Avant-Prog. Aqui encontramos propriamente uma aproximação, um domínio que oferece uma autêntica oportunidade para pensarmos até que ponto o rock progressivo esta ligado à música erudita.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Area - Event '76 1976

Meu álbum preferido do Area, embora eles tenham uma carreia longa e interessante. Este álbum apresenta muito mais do que eles exploraram nos álbuns de estúdio, eçe é extremamente experimental e explora muito tendencias dissonantes, que causam estranheza a princípio.


1st part:
1. Caos IInd part (20:15)
2nd part:
2. Caos IInd part (9:18)
3. Event '76 (9:27)

Total Time: 39:00

- Patrizio Fariselli / prepared piano
- Steve Lacy / soprano sax
- Paul Litton / percussions
- Demetrio Stratos / vocals
- Paolo Tofani / guitar, Tcherapnin synthesizer

Download http://www.mediafire.com/?e42oypzo44cgaid

sábado, 10 de julho de 2010

Eneide - Uomini Umili Popoli Liberi 1972

Alla Murple e Aluza Fallax, Eneide faz um som tipicamente italiano, com belos vocais a flautas. No entanto, como sugere o ano do álbum, Eneide se localiza no momento do surgimento do Rock Progressivo Italiano, produzindo um som primitivo centrado nas belas composições melódica.

1. Cantico alle stelle - traccia I (2:49)
2. Il male (3:19)
3. Non voglio catene (7:48)
4. Canto della rassegnazione (2:30)
5. Oppressione e disperazione (3:03)
6. Ecce omo (4:06)
7. Uomini umili popoli liberi (3:20)
8. Viaggia cosmico (3:48)
9. Un mondo nuovo (2:38)
10. Cantico alle stelle - traccia II (1:36)

Total Time: 35:27


- Carlo Barnini / organ, Eminent, Mini Moog, backing vocals
- Gianluigi Cavaliere / lead vocals, acoustic & electric guitars
- Adriano Pegoraro / acoustic & electric guitars, flute, backing vocals
- Romeo Pegoraro / acoustic & electric basses, backing vocals
- Mereno Diego Polato / drums, percussion, backing vocals


domingo, 27 de junho de 2010

Alusa Fallax - Intorno Alla Mia Cattiva Educazione 1974

Um álbum tipicamente italiano. Bastante simples e criativo, com bela canções, vocais fortes, piano, flautas, etc.


1. Soliloquio (2:58)
2. Non Fatemi Caso (4:28)
3. Intorno Alla Mia Cattiva Educazione (4:13)
4. Fuori di me,Dentro di me (3:03)
5. Riflessioni Al Tramonto (3:04)
6. Il Peso Delle Tradizioni (1:40)
7. Carta Carbone (3:36)
8. Perchè Ho Venduto Il Mio Sangue (1:43)
9. Per Iniziare Una Vita (4:20)
10. E' Oggi (3:05)
11. E' Così Poco Quel Che Conosco (2:32)
12. Ciò Che Nasce Con Me8 (4:12)
13. Splendida sensazione (5:45)

Total Time: 44:39


- Guido Gabet / guitar
- Massimino Paretti / keyboards
- Guido Cirla / bass
- Duty Cirla / percussion, vocals
- Mario Cirla / saxophon, flute


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Edgar Allan Poe - Generazioni (Storia Di Sempre) 1974

Um álbum italiano muito interessante, bastante criativo, dinâmico, e como o bom Progressivo Italiana faz: resiste à vaidade de demonstrar virtuosismo e técnica individual para privilegiar a beleza da composição.

1. Prologo
2. Considerazioni
3. Per un'anima
4. Alla ricerca.....
5. Ad un vecchio
6. La ballata del cane
7. Generazioni

Total Time: 34:31

- Giorgio Foti / keyboards, vocals
- Beppe Ronco / guitar, mandolin
- Lello Foti / drums
+ Marco Maggi / bass

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Osanna - Milano Calibro 9 1972

Conheci este álbum a poucos dias, embora já conhecesse Osanna pelo álbum Palepoli. Milano Calibro 9 é um álbum maravilhoso, elegante, me impressionou desde a primeira vez que o escutei. Seu único defeito é sua reduzida extensão, 30 minutos não suportam a estética progressiva! Mas, de qualquer forma, este é um álbum que merece grande atenção, pela suas belas canções, pela sua incorporação da música clássica, pela sua intensa criatividade e pelo belos timbres!


1. Prelude (4:10)
2. Tema (4:50)
3. Variatione 1 (2:15)
4. Variatione 2 (4:58)
5. Variatione 3 (1:38)
6. Variatione 4 (1:31)
7. Variatione 5 (2:10)
8. Variatione 6 (2:49)
9. Variatione 7 (1:28)
10. Canzona (4:54)

Total Time: 30:43


- Elio D'anna / flute, piccolo, tenor sax, baritone sax
- Lino Vairett / vocals, 12 string guitar, harmonica, hammond organ,synthesizer
- Danilo Rusici / guitar, 12 string guitar, pipe organ, electronics
- Lello Brandi / bass
- Massimo Guarino / drums


domingo, 9 de maio de 2010

Analogy - Analogy 1972

Uma banda ítalo-germânica mas que não é nem italiana nem alemã. Penso que o som dessa banda esta muito mais ligada às tendências inglesas, mais especificamente o Space Rock (Lembra um pouco o estilo do Pink Floyd depois do Meddle). É um excelente álbum: é bastante consistente, quase não tem momentos ruins; mistura elementos psicodélicos e clássicos numa ótima proporção e com muito criatividade; constitui uma unidade temática que possibilidta uma dinâmica extra-música; cada instrumento tem seu momento de destaque sem prejudicar o tema principal; além do fato da vocalista ter peitinhos lindos!!!


1. Dark Reflections (7:00)
2. Weeping May Endure (4:50)
3. Indian Meditation (4:10)
4. Tin's Song (1:40)
5. Analogy (9:45)
6. The Year's At The Spring (4:35)
7. Pan-Am Flight 249 (5:15)
8. Sold Out (4:37)
9. God's own land (3:34)


- H. J. "Mops" Nienhaus / drums
- Jutta Nienhaus / lead vocals
- Nicola Pankoff / keyboards
- Wolfgang Schoene / bass
- Martin Thurn / 12 strings acoustic & electric guitars, flute, bongos

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Garybaldi - Astrolabio 1973

Eu adorei este álbum desde a primeira vez que escutei. Ele é incrível, um exemplo de progressivo. Deve-se chamar atenção ao trabalho do guitarrista, Bambi Fossati. Ele Também realiza um ótimo trabalho no álbum homônimo da banda Gleemen, embora com um estilo completamente diferente. Com a banda Garybaldi ele produz dois álbuns, Nuda (73) e o presente post. Em 74 produz seu terceiro álbum com a banda Bambibanda e Melodie, que parece ser um produto mais direto do guitarrista.
Gosto deste álbum porque tem uma dinâmica muito agradável, sem pressa, mas com momentos até bastante agressivos. Este álbum deve ser escutado em momentos propícios, sem distrações ou preocupações; ou talvez o contrário, para se distrair e despreocupar!
Uma característica que acho extremamente importante, e que Bambi transmite com muito clareza, é a renuncia de uma ingênua vaidade em mostrar suas habilidades composicionais e técnicas, uma preocupação em transmitir um "virtuosismo" que se torna desmedido e pedante. Há momentos velozes, mas melodias simples também são incluídas com muita beleza. Há espaço para experimentações em outros instrumentos, e mesmo um certo silencio.

1. Madre di Cose Perdute (20:30)
2. Sette? (21:18)

Total Time: 41:18


- Bambi Fossatti / guitars, vocals
- Angelo Traverso / bass
- Maurizio Cassinelli / drums, vocals
- Lio Marchi / keyboards

Goblin - Roller 1976

Esta banda italiana lançou seu primeiro álbum em 75, consideravelmente tarde quando falamos de Rock Progressivo, que acredito ter tido uma vida muito curta. No entanto, ela tem traços extremamente especiais, e merece muito atenção. Goblin, em grande parte, se dedicou às trilhas sonoras de filmes, o que é muito comum no Rock Progressivo. O que não é muito comum
é o estilo dos filmes para o qual a banda escolheu prestar seus serviços. Goblin, juntamente com Dario Argento, se dedicava aos filmes de terror. Dessa parceria acredito ter brotado entre varias boas conseqüências poucos prejuízos. De fato, há alguns álbuns cujo valor depende quase que inteiramente do filme, o que torna chatíssimo escutá-los isoladamente. Mas também o terror se tornou uma característica muito marcante, original, e especialmente interessante do Goblin. Este álbum, Roller, é o que mais gosto. Além dos elementos tipicamente italianos, e claro a extraordinária atmosfera dedicada ao terror, apresenta muito experimentalismo e até um pouco de funk.


1. Roller (4:38)
2. Aquaman (5:22)
3. Snip snap (3:37)
4. The snake awakens (3:27)
5. Goblin (11:10)
6. Dr. Frankenstein (6:00)

Total Time: 34:14

- Maurizio Guarini / keyboards, Moog
- Agostino Marangolo / drums, perc.
- Massimo Morante / guitars
- Fabio Pignatelli / basses
- Claudio Simonetti / keyboards, Moog

sexta-feira, 26 de março de 2010

La Statale 17 & Emphasis - Rock Scene 1978

É um álbum um pouco tardio feito por duas bandas juntas (ver referencias abaixo). Atrais desta capa horrível se encontra um álbum bom de se escutar. Não é tão Progressivo nem tão bom quanto aos demais álbuns postados aqui, tanto pelo estilo deles quanto pela época em que foi produzido. Mas nos apresenta um rock muito bem produzido, diferenciado por elementos de jazz e progressivo italiano. O problema dele é sua inconsistência, há algumas (na verdade varias) músicas nele bastante chatas. A música Miracolo é minha preferida. O mais interessante deste álbum é questionarmos o valor do novo. Uma coisa devemos concordar, ele não tem nada de novo, reproduz o que foi feito no início da década de 70 com timbres mais eletrônicos que nem gosto tanto (ele lembra um pouco o famoso álbum do Bacamarte). Podemos considerar o fato de algo ser uma novidade um elemento que mede seu valor? Penso que não. O novo por ele mesmo não significa absolutamente nada. Talvez podemos atribuir à bandas extremamente originais um valor histórico-social, mas isso não altera em nada o valor de sua música. Se se quer atribuir valor à novidade, deve-se também estar disposto à defender conclusões tão absurdas como o fato da determinação do valor de uma música depender da localização cronológica de uma outra música; ou que o descobrimento ou o esquecimento de uma música possa alterar no valor de outras músicas. O quero mostrar com este álbum é que mais vale o modo que se explora um estilo musical do que sua simples criação.


LA STATALE 17 (LP side one)
1. La Piramide del Potere (7:45)
2. La Sfinge (3:33)
3. La Cena delle Ceneri (6:44)
4. Miracolo (5:35)

EMPHASIS (LP side two)
5. Allures Music of Universe (4:40)
6. Eternal Dreams (4:50)
7. Flower (7:23)
8. Voice of Nature (2:25 )

LA STATALE 17
- Paolo Beltrami / keyboards
- Carlo Girardello / guitar
- Paolo Depaoli / bass
- Mario Vitale / drums

EMPHASIS
- Mauro Bazzanella / vocals, flute
- Peter Bozzetta / guitar
- Leo Tutzer / keyboards
- Georg Pedrotti / bass
- Hans Tutzer / drums

sexta-feira, 19 de março de 2010

Le Orme - Felona e Sorona 1973

Uma das mais bem sucedidos grupos italianos, e permanece ativo até hoje (pelo menos até 2008 com o DVD 'Live in Pennsylvania'). Uma característica que é bem valorizada no rock progressivo, mas particularmente no Le Orme, é o trabalho artístico que acompanha os álbuns. Esta capa, por exemplo, eu acho maravilhosa. 'Felona e Sorona' é, para mim, o melhor álbum da banda. Tem canções lindas, criativas, dinâmica, e muito bem produzidas!


1. Sospesi Nell Íncredibile (In between) (8:43)
2. Felona (1:58)
3. La Solitudine Di Chi Protegge Il Mondo (The maker) (1:57)
4. L'Equilbrio (Web of time) (3:47)
5. Sorona (2:28)
6. Attesa Inerte (The plan) (3:25)
7. Ritratto Di Un Mattino (The Balance) (3:29)
8. All Ínfuori Del Tempo (Return to naught) (4:08)
9. Ritorno Al Nulla (3:34)

Total Time: 33:39

- Aldo Tagliapietra / vocals, bass, guitar
- Toni Pagliuca / keyboards
- Michi Dei Rossi / drums

terça-feira, 9 de março de 2010

Metamorfosi - Inferno 1973

Juntamente com Le Orme e PFM, este foi um dos primeiros grupos italianos que eu realmente gostei. No primeiro contato não compreendi bem a música, e logo procurei conhecer outros álbuns. Mas numa noite, depois de alguns meses, voltei a, descompromissadamente, escutá-lo. Neste momento comecei a admirá-lo loucamente, ele me pareceu um álbum completamente novo, embora não tivesse sido a primeira vez que escutara. Tive que passar algumas semanas me censurando para conhecer novos álbuns e não escutar só "Inferno". Este é um álbum bem progressivo, cantado num italiano muito forte e bonito. O que mais me surpreende neste álbum é como a composição total prevalece sobre os instrumentos tomados individualmente. Embora haja predominância de alguns instrumentos em determinados momentos do álbum, e por horas nos impressionarmos com eles separadamente (o piano, o vocal e a bateria são incríveis), o conceito principal, a dinâmica do álbum, e, principalmente, o valor criativo das canções prevalece sobre as partes. Não saberia julgar se isso é bom ou ruim, mas, pelo menos à princípio, tenderia a responder positivamente. Não precisamos deslocar nossa atenção à uma parte isolada da música para observar algo especial e superior às demais partes, não há um processo de "desvio de atenção" requerido para aproveitar a musica da melhor maneira, ou, melhor, não precisamos extrair, des-cobrir, da música um fragmento mais excelente. Qualquer esforço para além do simples e pleno ouvir é desnecessário.

1. Introduzione (7:51)
2. Porta dell'Inferno (1:20)
3. Caronte (1:19)
4. Spacciatore di droga (6:22)
5. Lussuriosi (3:15)
6. Avari (1:32)
7. Violenti (3:45)
8. Malebolge (1:32)
9. Sfruttatori (5:42)
10. Razzisti (3:25)
11. Lucifero (Politicanti) (2:32)
12. Conclusione (1:37)

Total Time 40:18

- Jimmy Spitaleri / lead vocals, flute
- Enrico Olivieri / keyboards, synth, vocals
- Roberto Turbitosi / guitar, bass guitar, vocals
- Gianluca Herygers / drums, percussions


sexta-feira, 5 de março de 2010

Murple - Io Sono Murple 1974

Murple é um clássico italiano. Não saberia justificar meu gosto, não acho que este álbum seja tão especial, no entanto, me sinto extremamente bem quando o escuto. Posso afirmar que ele é bonito, simpático, divertido, mas tais qualificações são gerais demais para apreender alguma significação relevante. Por outro lado, posso falar mau dele. É um álbum que se rebaixa a alguns clichês, a dinâmica dela se reduz a um movimento fragmentado, além de haver passagens desinteressantes e enjoativas. No entanto, eu queria de alguma forma defendê-lo, este é um daqueles álbuns que nos surpreendemos com a maneira que determinadas notas ligadas dentro de em intervalo de tempo produz um afeito tão mágico em nós. Minha relação com este álbum é bem peculiar, meu gosto por ele se desenvolveu de modo pouco consciente, sem me preocupar com a qualidade real do álbum. Penso não ser esta uma atitude condenável, mas com certeza prejudica um processo ulterior de julgar o valor do álbum (talvez até de forma negativa). Ainda hoje me surpreendo me admirando com elementos novo na música do Raul Seixas, me conhecendo-o há muito tempo e ter escutado exaustivamente varias de suas músicas. Um gosto deste tipo encobre a inteligibilidade da música. Talves seja este o motivo da minha dificuldade em defender meu gosto. Portanto, me restringirei a afirmar simplesmente que gosto muito dele e que sua música me faz bastante feliz! Espero que o comentário não altere negativamente a curiosidade de escutá-lo.

1. Antartide
2. Metamorfosi
3. Pathos
4. Senza un perché
5. Nessuna scelta
6. Murple rock
7. Preludio e scherzo
8. Tra I filí
9. Variazioni in 6/8
10. Fratello
11. Un mondo cosí
12. Antarplastic

*As músicas estão separadas somente em duas faixas.

01 - Anartide Metamorfosi Pathos
02 - Preludio E Scherzo tra i fili

- Mario Garbarino / bass, bongos, triangle
- Pino Santamarià / lead vocals, guitars, chorus
- Duilio Sorrenti / drums, timbales, gong, tympani
- Pier Carlo Zanco / lead vocals, keyboards, synthesizers, bowed contrabass, chorus

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Buon Vecchio Charlie - Buon Vecchio Charlie 1972

Para mim, um dos melhores álbuns não só da Itália, mas de toda a música progressiva. Se apropria do jazz e da música clássica brilhantemente. Não se trata de uma mera união de estilos, não encontramos aqui uma fragmentação de gêneros, mas uma perfeita unidade do álbum. Identificamos, é claro, elementos distintos que predominam em alguns momentos e outros não, mas percebemos um conceito transcendental (uso tal predicado de maneira bem específica: aquilo que está contido dentro de um determinado gênero, mas que permeia todo o domínio de tal gênero). Todos as músicas são incríveis, e todos os instrumentos se destacam. É difícil justificar um gosto que de tão grande se torna irracional. Não que meu gosto tenha prevaleça sobre o valor da própria música, mas que uma perspectiva tão apaixonada quanto à minha não está apta a elaborar um discurso desta natureza. Só lamento que tenham feito só um álbum. Escutem com cuidado!

Richard Benson (vocals, guitar)
Luigi Calabrò (guitar, vocals)
Sandro Cesaroni (sax, flute)
Sandro Centofanti (keyboards)
Paolo Damiani (bass)
Rino Sangiorgio (drums)

1. Venite Giù Al Fiume (12:06)
2. Evviva La Contea Di Lane (6:35)
3. All'Uomo Che Raccoglie I Cartoni - 5 parts (15:01) :
a) Prima Stanza
b) All'Uomo Che Raccoglie I Cartoni
c) Terza Stanza
d) Beffa
e) Ripresa
Bonus Tracks :
4. Rosa (4:33)
5. Il Guardiano Della Valle (2:38)

Total Time: 40:53

Exploit - Crisi 1972


Um álbum maravilhoso, muito criativo e heterogêneo. Possui momentos tipicamente italianos, mas se completa com outros mais pisicodélicos, jazzísticos e melódicos. Não tem guitarra, mas os três instrumentos presentes suprimem todas as possíveis expectativas. Há poucas músicas que não acompanham a qualidade do albúm. Destaque para as duas primeiras músicas.

Carlo Crivelli (keyboards, vocals)
Enzo Cutuli (bass, vocals)
Aldo Pignanelli (drums, percussion)

1. Crisi Suite (20:27)
2. Anche Se Ho Sbagliato (2:56)
3. Un Bambino (3:55)
4. Il Campanile Della Cattedrale (3:58)
5. L'Anima Nuda (2:24)
6. Giochiamo Insieme (2:49)
7. La Tua Pelle Scotta (3:00)

Total Time 39:42

Download http://www.4shared.com/file/126546987/3b21ca9f/Exploit_-_Crisi.html